O Que Fazer? Ecoturismo e Esportes de Aventura

Apresentação

O turismo de aventura, como uma motivação de viagem, leva o turista a utilizar o meio natural na busca do seu próprio prazer como um narcisismo, e, em muitos casos, estando distante da visão do ecoturismo.Nestes últimos tempos, muito se tem falado sobre ecoturismo e turismo de aventura, embora não se tenha uma clara definição sobre estes temas, e por conta disto, em muitos casos, ocorre uma visão equivocada e destorcida sobre o assunto. A idéia de ecoturismo nem sempre se aproxima do turismo de aventura, como muitos pensam.

O ecoturismo traz em sua síntese preceitos de preservação e conservação, de respeito a população local e sua valorização além de ter o dever distribuir renda e possibilitar o desenvolvimento de consciência ambientalista.

O turismo de aventura, como uma motivação de viagem, leva o turista a utilizar o meio natural na busca do seu próprio prazer como um narcisismo, e, em muitos casos, estando distante da visão do ecoturismo. Na atualidade o que se tem visto é a busca pelos esportes e a prática do turismo de aventura como um meio de se ter uma carga de adrenalina ou tentar provar seus próprios limites, sem a preocupação com a localidade, não tendo o mínimo de cuidado sobre o ambiente.

A ironia é que o turista necessita para a realização de suas atividades de áreas conservadas e ele mesmo tem destruído estes locais o que poderá em um futuro bem próximo prejudicar o turismo de aventura. Como o turismo de aventura tem sido praticado no Brasil ele tem se constituído em uma das práticas mais predatórias ao meio ambiente. Durante o processo de exploração das áreas naturais se faz necessários estipular a capacidade de carga do local e isto não tem sido feito.

Devemos ter a consciência da determinação da capacidade de carga para promover o uso racional do ambiente, portanto devemos levar novos conceitos a prática do turismo de aventura e, principalmente, criarmos um processo de conscientização a fim de envolver aqueles que operam o turismo de aventura. Os valores do ecoturismo devem estar presentes na exploração dos ambientes naturais.

Isto irá garantir o futuro tanto do turismo de aventura e, por consequência, do próprio meio natural. Se bem planejado o turismo de aventura oferece muito prazer aos seus praticantes e diversos benefícios ao meio ambiente.

Talvez na verdade pudéssemos inverter a realidade atual e transformar o turismo de aventura num instrumento de divulgação do ecoturismo, mas, para isto, devemos quebrar com a visão mercadológica.

Estação Radical 90 Graus

Na Estação Radical 90 Graus, empreendimento localizado a apenas 400m do centro da cidade, é possível praticar diversas atividades ao ar livre em meio a uma área com cerca de 18 mil m² de puro verde. Ali é possível interagir com saguis, araras e seriemas, além de encontrar exemplares típicos da flora brasileira totalmente preservados, incluindo embaúba, paineira, pau mulato, ipê, palmeira, jerivá, candeia e até o raro pau-brasil.A atração principal fica por conta do circuito de arborismo, uma pista de 1.300 metros e 23 sessões de dificuldade, que exigem bom preparo físico, equilíbrio e um pouco de habilidade. O percurso dura cerca de 90 minutos e começa com uma escada de madeira de 8 metros. Duas tirolesas (uma de 300 metros e a outra de 70 metros de altura) aumentam a diversão do meio e no final da aventura.O passeio é feito em grupos e o acompanhamento de um guia especializado é obrigatório. Por isso, recomenda-se o agendamento prévio no local.

Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Santa Virgínia

Trilha da Pirapitinga (dificuldade leve a média / Duração: 3 horas)O trajeto em forma de ferradura, com 5.700 metros, é bastante recortado por cursos d´água de pequeno volume e altitudes que variam de 800 a 940 metros. Seus principais atrativos são as cachoeiras – Andorinhas, Salto Grande e Saltinho – e o mirante, de onde se avista vale do Rio Paraibuna.

 

Pedra do Corcovado

A caminhada até a Pedra do Corcovado é uma das atrações do Núcleo Santa Virgínia. O local é de difícil acesso e exige bom preparo físico do excursionista. O início do caminho é marcado pela tranquilidade de um ribeirão de águas claras, com muitas cachoeiras, tombos d’água e piscinas naturais. Aos poucos o trajeto começa a ficar acidentado, impondo um ritmo mais lento, pois é preciso vencer vários morros íngremes. Depois de 5 horas de extenuante caminhada, chega-se à Pedra do Corcovado. Apesar do cansaço, a chegada sempre é comemorada com alegria e orgulho pela conquista.

A vista que se tem das praias de Ubatuba e Caraguatatuba é indescritível e impressionante, e o visual compensa todo o sacrifício.

 

Trilha do Poço do Pito (dificuldade média / Duração: 4 horas)

Metade de seu percurso é composto por uma estrada rural e a outra metade por um caminho em meio à floresta que margeia o Rio Paraibuna, totalizando 8 mil metros de caminhada até a cachoeira do Poço do Pito. Ao longo da trilha existem resquícios de edificações históricas, como antigos fornos de carvão, além de espécies vegetais incomuns na região, como o sapê.

 

Trilha do Rio Ipiranga (dificuldade média / Duração: 5 horas)

Esse trecho liga os Núcleos Santa Virgínia e Cunha do Parque Estadual Serra do Mar. Seus 14 mil metros margeiam o rio Ipiranga, recortado por riachos menores, como o do Rio do Barro Branco, o Rio da Serra, o Rio da Mula e a cachoeira do Angelim. É a trilha mais indicada para observação de pássaros e mamíferos.

Rafting no Rio Paraibuna

Desbravar corredeiras a bordo de um bote com o privilégio de contemplar a Mata Atlântica como plano de fundo faz com que o rafting seja uma experiência quase cinematográfica, proporcionando à família ou ao grupo de amigos o prazer de desenvolverem uma atividade em equipe. Em São Luiz, o passeio é feito no límpido e agitado Rio Paraibuna, com roteiros de 2, 4 ou 6 horas de duração. No bote, a segurança é primordial: as 5 pessoas devem estar devidamente equipadas e sempre acompanhadas do instrutor. A parada para o lanche no meio do percurso confere à aventura um toque especial de expedição.

Passeio de Duck

O duck é um caiaque inflável para uma ou duas pessoas com maior estabilidade e fácil manuseio. As opções de roteiros são diversificadas, podendo ser um passeio pelo calmo rio Paraitinga até o centro histórico da cidade ou uma aventura mais emocionante pelas corredeiras do rio Paraibuna (trecho Palmeiras, Brazadão ou Caçandoca).

Fotos da Atuação do Rafting na Enchente de 2010

Rapel na Cachoeira do Tacuja

Saindo da Vila de Catuçaba, após cavalgada pouco mais de 90 minutos pela Serra do Mar, chega-se ao topo da cachoeira do Tacuja. Seus 40 metros de altura oferecem ambiente propício à prática do rapel e uma ótima visão panorâmica da região. Após uma parada para o lanche e descanso ao som da natureza, o retorno é feito a cavalo por mais 1 hora e meia até a vila.

Trilha das 7 Cachoeiras

A Trilha das 7 Cachoeiras fica numa fazenda na região mais montanhosa de Paraitinga em plena Serra do Mar. Trilha circular de nível médio com 7 km de ida e volta passando por cachoeiras de até 40metros de altura e poços de águas cristalinas perfeitas para banho.
O ponto de partida é uma Ecopousada e Restaurante, aberto aos visitantes, com comida caipira no fogão a lenha. Lugar rústico e charmoso ideal para fazer caminhada, cavalgadas, rapel ou simplesmente tomar banho de cachoeiras, almoçar e descansar nas dezenas de redes espalhadas por recantos formidáveis.

Puruba e Palmital

É a trilha que une os dois bairros sertanejos que era utilizada por caçadores e palmiteiros.
Com mais ou menos 15 Km, o trajeto é de terreno montanhoso. Em alguns trechos, tem-se a companhia do rio Palmital. A mata primária dessa área não sofreu devastação. Já ao fim da jornada, depara-se com a cachoeira do Ribeirão Grande ou Palmital que, com seus mais de 30 metros de queda, forma um poço que, mesmo no verão, é bastante frio.

Crédito – Fotografias: Eduardo Coelho, Lívia Cecília, Sergio Costa

Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Santa Virgínia
(12) 3671-9266 - nucleosv@ig.com.br (temporariamente indisponíveis)
Manual de Visitação: Clique aqui!

Trilha das 7 Cachoeiras

(12) 3671-6201 / (11) 99620-1862 – refugio@trilhadas7cachoeiras.com.br

www.trilhadas7cachoeiras.com.br

Companhias de Rafting:

Cia de Rafting
(12) 3671-2665
ciaderafting@ciaderafting.com.br / http://www.ciaderafting.com.br

Montana Rafting
(12) 99637-7931
montanarafting@montanarafting.com.br / http://www.montanarafting.com.br

Paraitinga Turismo
(12) 3671-6240
atendimento@paraitinga.com.br / http://www.paraitinga.com.br

 

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